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Personal do DF que flagrou esposa fazendo sexo com sem-teto é indiciado

Inquérito foi concluído nessa sexta-feira (20) pela 16ª Delegacia de Polícia; segundo Polícia Civil, sem-teto Givaldo Alves responderá pelo crime de difamação contra esposa do personal. Caso aconteceu em 9 de março, em Planaltina.

22/05/2022 às 08h01
Por: Redação Fonte: Gazetaweb
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Eduardo Alves e a esposa, Sandra Mara
Eduardo Alves e a esposa, Sandra Mara

O personal trainer Eduardo Alves, de 31 anos, responderá pelo crime de lesão corporal leve praticada contra o sem-teto Givaldo Alves, de 48 anos, em Planaltina, no Distrito Federal. Em março, o marido agrediu Givaldo, após flagrá-lo fazendo sexo com a esposa, Sandra Maria Fernandes, dentro do carro da família.

O inquérito foi concluído nesta sexta-feira (19), pela 16ª Delegacia de Polícia, em Planaltina, responsável pela apuração do caso. De acordo com a Polícia Civil, o sem-teto também foi indiciado e responderá apenas pelo crime de difamação praticado contra Sandra Mara.

De acordo com a corporação, Givaldo não será indiciado por "outro suposto crime averiguado em face de investigação". O g1 tentou entrar falar com Eduardo Alves, mas não obteve retorno até a última atualização desta publicação. A reportagem tenta contato com os outros envolvidos.

Agressões

As agressões de Eduardo contra o sem-teto foram gravadas por câmeras de segurança e o caso ganhou repercussão nacional. Segundo o boletim de ocorrência, o marido saiu para procurar a esposa, que estava desaparecida há algumas horas.

No caminho, ele encontrou o carro da mulher estacionado e, quando se aproximou, viu que a companheira fazia sexo com o sem-teto. As imagens das câmeras de segurança mostram que, no dia do flagra, Eduardo arrancou o sem-teto Givaldo Alves de dentro do veículo e o agrediu.

No vídeo é possível ver que, depois de apanhar, o morador de rua saiu correndo. A mulher ficou na calçada e chegou a cair no chão, de joelhos, junto ao marido.

À polícia, o personal trainer disse ter pensado que a esposa estivesse sendo estuprada. Também contou que ela enfrentava "problemas psicológicos". Após o ocorrido, a mulher foi levada a uma instituição de saúde, onde passou por tratamento médico.

Após a confusão, Givaldo recebeu atendimento no Hospital Regional de Planaltina. Ele alegou que não conhecia a mulher e que não sabia que ela era casada. Também negou qualquer possibilidade de violência sexual. Em depoimento à polícia, o sem-teto disse que foi abordado por Sandra e que ela o chamou "para brincar".

Em áudios gravados pela própria mulher e que circularam à época da divulgação caso, ela contou que manteve relações sexuais consensuais com Givaldo. Sandra disse que enxergou Deus e o próprio marido no homem.

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